Cristãos de Raqqa, na Síria, estão sendo impedidos de sair
da cidade e forçados pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) a estudar os
ensinamentos islâmicos.
A informação foi anunciada no Twitter pela Campanha da Síria
contra o EI e também pelo regime de Bashar al-Assad, presidente da Síria.
O grupo estima que em Raqqa restam apenas 43 famílias
cristãs, compostas por duas ou três pessoas em cada uma delas.
Esses cristãos permanecem vivos por pagarem um imposto
obrigatório e concordarem em seguir a Sharia (lei islâmica). Além disso, eles
estão sendo protegidos contra extremistas por seus vizinhos muçulmanos.
Os muçulmanos também estão sendo impedidos de fugir, mesmo
se apoiarem o Estado Islâmico ou não.
As repressões do EI sobre a população que permanece em
Raqqa, cidade que se tornou sede do califado, vieram depois que as forças
sírias, apoiadas pela Rússia, promoveram um ataque contra membros do grupo
terrorista em Palmira, no domingo (27/03).
Fonte: CPAD News
Fonte: CPAD News

0 Comentários