Ultimamente, os muçulmanos da Uganda tornaram-se ainda mais
intolerantes e violentos com os convertidos ao cristianismo. De acordo com um
relatório do ministério Morning Star, no mês passado, muçulmanos do leste do
país ficaram irritados com uma cristã e sentiram-se indignados por ela ter
abandonado o islã.
A discussão terminou em agressão e morte da cristã, que era
mãe de três filhos adultos e cinco crianças que tinham entre 9 e 12 anos. De
acordo com um analista da Portas Abertas: "O que está acontecendo em
Uganda, atualmente, é muito preocupante. Por um lado, o grupo Forças
Democráticas Aliadas (ADF), com sede em Uganda ocidental e oriental da
República Democrática do Congo, tem trabalhado na criação de uma comunidade
muçulmana radical, a fim de estabelecer um Estado Islâmico".
O analista explica que muitos jovens estão sendo recrutados
para essa guerra religiosa. "A ADF tem uma conexão ativa com a Al-Shabaab
e ambos são fortemente apoiados pelo governo do Sudão, e pelo próprio governo.
Por outro lado, está se propagando rapidamente a radicalização de um governo
que não tem piedade, em uma escala sem precedentes", comenta o analista.
No passado, a conversão para o cristianismo não era um problema no país. Nos últimos dois anos, há inúmeros relatos de mortes com diversos tipos de armas e violação dos direitos humanos. "Se a situação continuar assim, Uganda será um país com grandes possibilidades de entrar para a Classificação de Perseguição Religiosa do próximo ano", alerta o analista de perseguição.
No passado, a conversão para o cristianismo não era um problema no país. Nos últimos dois anos, há inúmeros relatos de mortes com diversos tipos de armas e violação dos direitos humanos. "Se a situação continuar assim, Uganda será um país com grandes possibilidades de entrar para a Classificação de Perseguição Religiosa do próximo ano", alerta o analista de perseguição.

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